O mercado de aviação executiva no Brasil é consolidado e cresce sem parar — a frota superou 1.000 jatos pela primeira vez e novos clientes entram diariamente. Um novo perfil de decisor emerge: mais jovem, Ultra High Net Worth (UHNW), que migra do luxo de status para o luxo de experiência, com exigências de ESG e produtividade de deslocamento.
A TAM tem todos os atributos necessários: mais de 60 anos em táxi-aéreo, frota moderna, atendimento 24h, segurança e privacidade. Mas há uma desconexão. O luxo no Brasil deixou de ser sobre "o que a marca foi" e passou a ser sobre "a experiência que ela entrega hoje".
A TAM precisa provar que é a empresa que vai ditar o futuro tecnológico e de experiência na aviação executiva — e não apenas o museu das glórias do passado.